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Legislativo realiza a primeira Sessão Ordinária de 2016 com a liderança de Marcos Bueno "Marcos Bueno iniciou seu governo em um momento difícil onde se discute o reajuste salarial dos servidores públicos"

Foi realizada nesta segunda-feira, 01 de fevereiro, a primeira Sessão Ordinária da gestão 2016 sob o novo governo do vereador Marcos Bueno. Na ordem do dia apenas três projetos de lei foram a votação, todos tratam de projetos de resolução que deverão ser votados em segunda instância, o que deverá ser feito na próxima sessão, dia 15. O novo presidente Marcos Bueno iniciou seu governo em um momento difícil onde se discute o reajuste salarial dos servidores públicos. Funcionários municipais compareceram ao Plenário da Câmara para acompanhar a votação do projeto do reajuste, porém não foi levada a votação na ocasião, ainda em análise, deverá ser pauta na próxima reunião. Não diferente da crise enfrentada em todo país, a prefeitura de Ouroeste amarga para manter em dia a folha de pagamento de seus servidores. No limite de atingir o percentual permitido, prefeito tenta negociar o aumento salarial, mas tem enfrentado criticas e problemas para se chegar a um consenso. Entre o prefeito e os servidores, vereadores tentam esclarecer sua função nesta história. Em defesa do funcionalismo, vereadores estudam e buscam formas de chegar ao um percentual que não estouram os limites da folha, mas que não deixem os trabalhadores sem aumento. Todos os vereadores foram a Tribuna, munidos de único discurso em defesa do papel do vereador que é de votar as leis e não criar as leis. O momento critico exige cautela, onde executivo, legislativo e servidores tem que trabalhar juntos, analisar para fazer o que é certo. Vereadores tentam explicar que nada adianta dar o reajuste requerido, se a prefeitura não tem como arcar. Todos argumentaram um menor reajuste agora, para futuramente ter que passar por inevitáveis cortes nos benefícios conquistados até hoje no serviço publico. O presidente Marcos Bueno, reconhece que seu trabalho, bem como o de todos os presidentes, não será em nada fácil, pois as dificuldades do município vêm aumentando com a queda de arrecadação. “Há tempos estamos passando por uma crise financeira, desde que ingressei na vida pública temos buscado recursos financeiros através de verbas, convênios e doações por meios de deputados e governos, estadual e federal, e conseguimos alguns benefícios. Mas não tem amenizado a situação do nosso município que vem crescendo muito demograficamente e na sua extensão, por isso e cada vez mais, temos que ter entendimento entre governo e população, temos que trabalhar juntos. Devemos buscar, discutir, analisar e achar a melhor forma possível de sair ou no mínimo amenizar a crise sem prejudicar ainda mais, não só o funcionalismo público mas o município como um todo. Para tanto, o momento exige compreensão e muito trabalho”, concluiu o presidente.

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